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    Inflação de alimentos dói mais no bolso das famílias mais pobres; entenda

    RedaçãoPor Redação30/01/2025Nenhum comentário3 Minutos de Leitura
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    A alta no preço dos alimentos pode ter reduzido o poder de compra das famílias ainda mais do que o medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial da inflação brasileira.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é focado na variação do custo de vida de famílias com renda mais baixa, até cinco salários mínimos e cuja principal fonte de renda é o trabalho assalariado.

    Em 2024, o grupo de alimentos e bebidas do INPC fechou com alta de 7,60%. Em comparação, IPCA, que leva em consideração a renda até 40 salários, acelerou 7,69%.

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    André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), explica que a alta dos alimentos no INPC têm um peso maior do que no IPCA, representando um comprometimento maior da renda para alimentação.

    “O resultado do IPCA está mais próximo de famílias de alta renda, uma vez que dá peso maior para grupos, como serviços, que as de baixa renda não consomem tanto. Em orçamentos mais restritos, o peso da alimentação é maior”.

    Braz destaca que, considerando o subgrupo de alimentação no domicílio, capaz de refletir melhor a realidade de famílias com renda de até cinco salários, é possível ter uma ideia mais palpável do efeito da inflação.

    No acumulado dos últimos 12 meses, o INPC para alimentação em domicílio encerrou o ano com avanço de 8,02%. Em 2023, o subgrupo fechou o ano em queda de -1,05%.

    “Isso traduz bem a angústia de muitas famílias. Quando o item mais pesado dobra mais do que a inflação média, e o salário é corrigido na média de todas as despesas, o poder de compra não numa magnitude que cobre todos os gastos com alimentos.

    No ano, o INPC geral de 2024 encerrou em 4,77%.

    Braz explica que a alta no preço dos alimentos vem da pressão causada pelo aumento de exportação, impulsionada pela alta do dólar.

    “Quando nossa moeda desvaloriza, parece que tudo no Brasil entra em promoção, exportamos mais. Apesar de ser bom para a balança comercial, isso cria um desafio a mais para a inflação”.

    A divisa dos EUA guinou para cima a partir de novembro de 2024, se mantendo majoritariamente acima de R$ 6. O movimento perdeu força nas últimas sessões, com dólar encerrando a semana passada a R$ 5,91, com queda acumulada de 2,4%.

    Braz explica que, ao favorecer o mercado externo, o preço no Brasil aumenta devido a um desabastecimento pelo “benefício” cambial para os produtores.

    Via:  CNN

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