O talento da arte produzida em Rondônia ultrapassa fronteiras e ganha destaque na capital paraense. O artista visual Rafael Prado inaugura, em Belém (PA), a exposição “Povos Amazônicos não morrem, viram semente”, que ficará aberta ao público entre os dias 10 de julho e 9 de outubro, no Centro Cultural Banco da Amazônia.
Selecionada por meio do I Edital de Ocupação do Centro Cultural Banco da Amazônia – 2026/2027, a mostra apresenta um conjunto de pinturas que convida o público a refletir sobre a memória, a ancestralidade e a luta dos povos amazônicos na preservação da floresta e de seus modos de vida.
Por meio de uma linguagem artística sensível e marcante, Rafael Prado retrata histórias de resistência, valorizando personagens, tradições e culturas que constituem o patrimônio humano e ambiental da Amazônia. As obras evidenciam a relação profunda entre o ser humano e a floresta, reafirmando a importância da preservação da biodiversidade e do reconhecimento das populações tradicionais como protagonistas dessa história.
A exposição conta com curadoria de Shannon Botelho e produção executiva de Natalia Azevedo, reunindo um projeto que dialoga com questões ambientais, sociais e culturais contemporâneas.
A visitação é gratuita e acontece no Centro Cultural Banco da Amazônia, localizado na Avenida Presidente Vargas, nº 800, em Belém. O espaço funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 16h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h.
Como parte da programação, no dia 12 de julho, o artista ministrará a atividade “Coletando Memórias: Workshop de Frotagem e Colagem Artística”, proporcionando ao público uma experiência criativa e participativa que amplia o diálogo entre arte, memória e território, fortalecendo a proposta da exposição e aproximando visitantes do universo artístico inspirado na Amazônia.

Por: Zecca Paim – Jornalista
DRT 1453-RO
fotos: Ana Danin.

