Terça-feira, 15 de setembro de 2026

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Pastor Aluízio Vidal é preso em Porto Velho sob investigação por crimes contra a dignidade sexual

Pastor e psicólogo, de 58 anos, foi alvo de mandado de prisão preventiva cumprido pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher; ele já disputou eleições para o Senado e a Prefeitura de Porto Velho

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Pastor Aluízio Vidal é preso em Porto Velho sob investigação por crimes contra a dignidade sexual

A Polícia Civil de Rondônia cumpriu nesta terça-feira (15) um mandado de prisão preventiva contra o pastor presbiteriano e psicólogo Aluízio Vidal, de 58 anos, em Porto Velho.

A ordem judicial foi cumprida pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM). Vidal é investigado em um inquérito que apura crimes contra a dignidade sexual.

Segundo a investigação, o caso envolve estupro (art. 213), violação sexual mediante fraude (art. 215) e importunação sexual (art. 215-A). A medida judicial também tem como fundamento a Lei Maria da Penha.

Como o processo tramita sob segredo de Justiça, as autoridades não divulgaram detalhes sobre as circunstâncias dos fatos, as possíveis vítimas ou a instituição religiosa relacionada ao caso.

A Polícia Civil informou que preserva essas informações em respeito à legislação, ao sigilo aplicado aos crimes contra a dignidade sexual e às garantias fundamentais das vítimas.

Da atuação religiosa à política

Além da atividade religiosa e profissional, Aluízio Vidal construiu uma trajetória conhecida na política de Rondônia.

Natural de Dourados (MS), ele é formado em Psicologia pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR).

Vidal já disputou cargos eletivos no Estado. Foi candidato ao Senado Federal nos pleitos de 2010 e 2014 e concorreu à Prefeitura de Porto Velho pelo PSOL em 2012.

Sua trajetória política se somou à atuação religiosa. Mais recentemente, Vidal continuava exercendo a função de pastor da Igreja Presbiteriana em Porto Velho.

Investigação sob sigilo

A prisão preventiva ocorre enquanto a investigação permanece sob análise da Justiça.

As acusações, por si só, não representam condenação. A responsabilidade criminal deverá ser definida pelo Judiciário após a análise das provas e do conjunto do processo.

Em razão do segredo de Justiça, a Polícia Civil mantém sob sigilo informações específicas sobre a instituição religiosa e o contexto das apurações.

A defesa de Aluízio Vidal ainda não havia sido localizada para se manifestar sobre o mandado de prisão e as acusações. O espaço permanece aberto para esclarecer

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